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	<title>Michelle Neves</title>
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	<description>The Chance Music Project</description>
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		<title>a chance: as trilhas perdidas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 00:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras - all Lyrics]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasceu o cd gêmeo de “unpop”. Já narrei aqui como Michelle Neves chorou, no estúdio de gravação, ao ouvir a música &#8220;pietà&#8221; finalizada. Na época, fiquei com a sensação de que era uma despedida, sentimento que talvez explique os esforços &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/a-chance-as-trilhas-perdidas.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nasceu o cd gêmeo de “unpop”.</p>
<p style="text-align: justify;">Já narrei aqui como Michelle Neves <a href="http://www.thechancemusic.com/o-dia-em-que-michelle-neves-chorou.html">chorou</a>, no estúdio de gravação, ao ouvir a música &#8220;pietà&#8221; finalizada. Na época, fiquei com a sensação de que era uma despedida, sentimento que talvez explique os esforços extremos de todos nós para fazer de &#8220;unpop&#8221; um cd “definitivo”. No entanto, em março de 2011, após ter recebido o cd com as músicas, ela marcou uma reunião para discutir um novo projeto. Propôs assuntos para as letras e me disse que agora queria gravar em português ou espanhol. Entendi suas razões e, ao mesmo tempo, me comprometi a criar as condições para esse novo trabalho, que acabou sendo um cd “gêmeo” do primeiro. Dei-lhe o título de “a chance: as trilhas perdidas”. Não vou aqui explicar o título (a não ser muito emblematicamente: porque veio depois, porque nâo contávamos com ele, porque, como Wayner Nunes talvez preferisse dizer, não sabíamos que havia ainda um segundo filho por vir no mesmo parto), pois isso implicaria em explicar também as letras, o que prometi a mim mesmo não fazer. Mas conto-lhes que Michelle Neves, ao ouvir a música &#8220;engraçado&#8221;, chorou copiosamente. Eu, dessa vez mais precavido em relação a minhas ilações, tomei o seu choro como um bom sinal ou uma aprovação do que vínhamos fazendo em estúdio. A melodia da música número 1 foi composta por ela para uma letra minha: “separação perfeita”. hw</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/10/caixas-final.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-956" title="imagens escaneadas das caixas dos cds de Michelle Neves; contêm 20 músicas originais." src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/10/caixas-final-1024x443.jpg" alt="" width="640" height="276" /></a></p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>chegou a 2ª edição do cd &#8220;Unpop&#8221;</title>
		<link>http://thechancemusic.com/chegou-a-2%c2%aa-edicao-do-cd-unpop.html</link>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 23:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras - all Lyrics]]></category>

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		<description><![CDATA[Como comprar? &#160; Vocais: MICHELLE NEVES. Nossa banda: guitarra e violão: Wayner Nunes; baixo: Costa Lima; batera: Rodrigo Lopes; teclado: Rafael de Sá. Participações especiais: Anjinho do Trompete, Machado do Sax, Wagner Soares, César Audi, Robson Serafini e Rogério Gil. Letras: Hingo Weber. Arranjos &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/chegou-a-2%c2%aa-edicao-do-cd-unpop.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/05/foto-2-cd-unpop-definitive2.jpg"><img class="size-medium wp-image-912 alignleft" title="unpop definitive" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/05/foto-2-cd-unpop-definitive2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/como-comprar-o-cd-how-to-buy.html">Como comprar?</a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Vocais: MICHELLE NEVES. Nossa banda: guitarra e violão: Wayner Nunes; baixo: Costa Lima; batera: Rodrigo Lopes; teclado: Rafael de Sá. Participações especiais: Anjinho do Trompete, Machado do Sax, Wagner Soares, César Audi, Robson Serafini e Rogério Gil. Letras: Hingo Weber. Arranjos e direção musical: Wayner Nunes. Melodias: Wayner Nunes, Michelle Neves e Ronald Augusto. Assistente para a língua inglesa: Gentil Saraiva. Assistente para o italiano: Cris Vigiano.</p>
<p style="text-align: justify;">Conteúdo do CD: 1. unpop; 2. on the edge of love; 3. the chance; 4. invisible presence; 5. piety; 6. the humans; 7. pietà; 8. gli umani; 9. futebol;  10. impop</p>
<p style="text-align: justify;">Produção fonográfica: Hingo Weber.</p>
<p style="text-align: justify;">CD gravado e mixado no Studio Brothers de Porto Alegre durante os anos de 2009 e de 2010, tendo sido finalizado em janeiro de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Palavras do nosso diretor musical: &#8220;Interessante como um projeto musical pode mexer com nossos sentimentos&#8230;. Um dia fui incumbido por um amigo de uma missão: Vestir com roupas novas um projeto musical. Vejam só&#8230;  Após todos esses anos produzindo tantas e tantas trilhas, quem diria que eu iria me envolver emocionalmente de tal forma num trabalho musical , ao ponto de virar parceiro de composição do autor e, mais do que isso, dirigir este trabalho com esmero profissional e ao final de tudo poder apreciar dia após dia sua execução, tendo a certeza de que uma grande obra artística e musical foi feita. É &#8230; Mas isso só foi possível pela colaboração de todas as pessoas envolvidas que, ressalvo, são profissionais da mais alta categoria,  que, além do mais, participaram ativamente como parceiros musicais. Obrigado, muito obrigado por terem me proporcionado esta alegria, hoje é um dia especial em minha vida!!!!!&#8221; (Wayner Nunes)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/06/hingo-e-wayner-M2.jpg"><img class="alignleft" title="hingo weber e wayner nunes" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/06/hingo-e-wayner-M2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/06/hingo-e-wayner-M2.jpg"></a>Hingo Weber, idealizador do projeto A Chance, ao lado de Wayner Nunes, diretor musical do Projeto. Altura do muro: 1,90 m.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os humanos (ouça)</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 00:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras - all Lyrics]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu estava na casa da família de Ronald Augusto em um domingo do mês de abril de 98. Depois de um almoço vegetariano regado a um bom peixe no forno (uma das especialidades do anfitrião), enquanto conversávamos sobre poesia, Ronald &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/os-humanos.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu estava na casa da família de Ronald Augusto em um domingo do mês de abril de 98. Depois de um almoço vegetariano regado a um bom peixe no forno (uma das especialidades do anfitrião), enquanto conversávamos sobre poesia, Ronald achou uma folha solta, entre os seus livros, com um poema meu (“A chinesinha”: um manifesto amoroso, uma carta-provocação) dirigido, há alguns anos antes, a uma “mina” do Campus. E quase que prontamente, sob os meus olhos admirados, vi aquele meu texto fazer parte de algo maior, que o transcendia em força comunicativa e beleza. Dali em diante, em quatro ou cinco encontros de fim de semana, eu e Ronald fizemos o repertório das músicas que comporiam o CD &#8220;Os humanos&#8221;, que ainda seria lançado por nós no final daquele ano. Só voltei a entrar em estúdio dez anos depois, embora, nesse meio tempo, sobretudo no ano seguinte ao lançamento CD, eu tenha feito algumas novas letras e ensaiado a versão de “A chance” (que ainda se chamava “toda mulher”) para o inglês.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os humanos” foi arranjado e dirigido por Marcelo Nadruz, que também participou de alguns vocais. Abaixo, publico, para a curtição de nossos leitores e ouvintes, a música que originou o título do CD. “A chinesinha” não está aqui publicada, mas está em meus planos, o que já não posso dizer de minha musa inspiradora. Mas musas são pra isso mesmo. (Musas conquistadas são musas perdidas, até porque, por alguma razão, elas se tornam egoístas e, às vezes, inimigas da arte ou do artista que a conquistou.) Hingo Weber.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/03/05-Faixa-5-Artista-Desconhecido.mp3">água amiga &#8211; ronald augusto</a></p>
<p style="text-align: justify;">P.s. Em 2010, fiz uma versão da letra de &#8220;água amiga&#8221; para o inglês e depois para o italiano, o que deu origem depois a duas novas músicas: &#8220;<a href="http://thechancemusic.com/as-musicas-compostas-por-michelle-neves.html">the humans</a>&#8221; (melodia composta por Michelle Neves) e &#8220;gli umani&#8221; (melodia composta por Ronald Augusto e Wayner Nunes). Ambas estão no CD &#8220;unpop definitive&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Água amiga&#8221; foi, pra mim, uma letra especial. Serviu, nos anos seguintes e nas futuras composições, como paradigma de letra, como parâmetro de como eu devia agir enquanto-compositor-no-mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu me lembro do dia em que gravamos &#8220;água amiga&#8221;, da boa emoção de Ronald Augusto ao gravar o take de voz, e de como, ao sair do estúdio, me deu os parabéns quase como se fosse um batismo meu, e que Marcelo Nadruz, que gravara recentemente um CD instrumental de música new age, me pediu se podia publicar a parte instrumental de &#8220;água amiga&#8221; em um futuro CD. Enfim, havia um sentimento dentro da equipe de que aquele tinha sido mesmo um ponto alto, senão o maior daquela empreitada musical em um memorável 1998, que não existe mais, mas que, no exercício às vezes necessário de lembrança do que de bom e desafiante se fez na vida, não deve por mim ser esquecido.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/03/capacdhumanos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-682" title="foto da contra-capa cd &quot;os humanos&quot;" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/03/capacdhumanos-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>o take de Futebol</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 00:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[direção]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem grava com mulheres, com intérpretes femininas, sabe que o melhor take de voz não sai quando se quer, quando se programa, no dia e na bat-hora marcada. Vivenciamos essa verdade várias vezes com Michelle Neves no Studio Brothers a &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/o-take-de-futebol.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/01/michelle-olhos-3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-648" title="michelle neves" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2011/01/michelle-olhos-3.jpg" alt="" width="226" height="151" /></a>Quem grava com mulheres, com intérpretes femininas, sabe que o melhor take de voz não sai quando se quer, quando se programa, no dia e na bat-hora marcada. Vivenciamos essa verdade várias vezes com Michelle Neves no Studio Brothers a ponto de virar a nossa regra com exceções. Naquele que era pra ser apenas um ensaio de voz no final de uma sessão de gravação de trilhas, Michelle Neves encontrava o seu momento existencial (pela descontração, pela ausência de cobrança, por estar com a música introjetada por uma longa sessão de gravação de bateria e baixo que ela havia acompanhada cantarolando aqui e ali a música no recanto da sala) para alguns dos mais importantes “takes definitivos”. Foi assim com <strong>Invisible Presence</strong>, talvez o exemplo mais significativo dessa regra. O take de <strong>Futebol</strong> não seguiu, todavia, essa regra, não obstante eu atribuir a efetividade ou o bom resultado justamento ao fato de, a essa altura (estávamos em fevereiro de 2010), termos compreendido o processo de criação e exteriorização da arte de Michelle Neves.</p>
<p style="text-align: justify;">O take de <strong>Futebol</strong>, como disse, saiu no dia e na hora marcada, tendo tudo, pelos acontecimentos, para não dar certo naquele dia. Para começar, Michelle Neves chegou bastante atrasada. E, para piorar, não queria entrar no estúdio. Disse que queria se desculpar por ter chegado atrasada. Respondi-lhe que não tinha problema, que apenas ensaiasse no tempo que restava, que Wayner Nunes estava lhe aguardando e que o microfone já estava instalado. Mas não era só isso: pediu o meu celular emprestado. Tinha que mandar uma mensagem para alguém, pois temia que a ordem do mundo estelar poderia sofrer um pequeno revés por causa de alguma desatenção sua em relação ao que deixara para trás. Ligou, mas em vão. Tentei minimizar o problema. Ela pareceu concordar. Depois voltou novamente a falar do atraso. Repeti que não tinha importância. Disse que me conhecia. Que não era bem assim. Prometi, então, não assistir à sessão de gravação. Ficaria, com o meu suposto aborrecimento, no corredor. E assim fomos conversando até que chegamos na terceira porta onde estava Wayner Nunes nos esperando. Dali em diante, os trabalhos foram conduzidos por ele, um mestre naquele pequeno espaço de tantas coisas. Minhas lembranças: Wayner ajustando o microfone e contando algo engraçado para Michelle Neves, que sorriu então e, rapidamente, foi descontraindo, esquecendo, ao longo de uma conversa que se estendia para além da tolerância de um produtor que se dissera tolerante, as mazelas do seu mundo exterior e assumindo, por recordação platônica, o posto em que é princesa de verdade. Wayner, finalizada a bem-sucedida gravação, me disse: &#8220;Eu não tinha nada pra lhe ensinar hoje&#8221;. hw.</p>
<p style="text-align: justify;">P.s. O que narro aqui será melhor compreendido por aqueles que tiverem escutado <em>Futebol</em>. Nesse caso, ficará melhor delineado o desafio que tínhamos pela frente: fazer com que uma música essencialmente rítmica, com apenas dois acordes, ganhasse profundidade; que uma música sobre futebol, terreno predominantemente de intérpretes masculinos, fosse verossímil na voz de uma mulher e pudesse ambicionar um lugar ao sol ou à chuva dos corações dos irrequietos.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>o processo de Unpop</title>
		<link>http://thechancemusic.com/unpop-o-pop-e-o-rock-com-idade-mental-de-adulto-2.html</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 13:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Hingo Weber. Pietà é uma música especial? - Sim. Mas também, como todas as outras, tem uma história ou vivência e um aprendizado. E Pietà&#8230; - O processo foi mesmo especial. Eu não tinha, a princípio, a intenção de gravar &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/unpop-o-pop-e-o-rock-com-idade-mental-de-adulto-2.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entrevista com Hingo Weber.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://thechancemusic.com/pieta-a-musica-que-nao-esta-em-passione"></a><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/11/capa-de-trás.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-898" title="unpop (album) definitive" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/11/capa-de-trás-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pietà</strong> é uma música especial? - Sim. Mas também, como todas as outras, tem uma história ou vivência e um aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">E <strong>Pietà</strong>&#8230; - O processo foi mesmo especial. Eu não tinha, a princípio, a intenção de gravar em italiano. O projeto <strong><span style="color: #ff0000;">The</span>Chance</strong> nasceu bilíngue: português – inglês. No entanto, quando entrou na pauta a música <strong>Piety</strong>, que seria feita originariamente em inglês, Michelle Neves me pediu a versão da letra pro italiano, já me dizendo o título da música em bom italiano. Acertei com Wayner Nunes, o autor da melodia, que faríamos Piety tal como já havia sido concebida, mas que haveria uma flexibilidade na versão para o italiano de forma a deixar um espaço de atuação mais amplo para Michelle Neves. É, a meu ver, a música em que o coração de Michelle Neves está melhor contemplado.</p>
<p style="text-align: justify;">E em <strong>The Humans</strong>? &#8211;  Sim. Porque ela é criadora da melodia dessa música. Além da beleza, realçada pelo arranjo de Wayner Nunes, há aqui um processo quase que maternal. Já falei sobre esse processo em “<a href="http://thechancemusic.com/as-músicas-compostas-por-michelle-neves html">as músicas compostas por Michelle Neves</a>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Falaste que <strong>Pietà</strong> é uma versão “criativa” de <strong>Piety</strong>, composta por vocês originalmente em inglês. Esse foi o modelo adotado para todo o Cd? - Não. Algumas músicas tiveram como ponto de partida o original em português, embora em menor número. O que descobrimos, à medida que o trabalho foi evoluindo, que a sonoridade da música estava também associada à língua em que a letra havia sido escrita, o que significou que as variações, ainda que fossem adaptações de um original nosso, tinham que ter uma peculiaridade, um tempero ou uma influência relacionada à língua em que a letra havia sido escrita. Acho que esse foi um de nossos grandes achados e que permitiu que pudéssemos ir, em nossa avaliação, tão longe. As variações <strong>Unpop</strong> – <strong>Impop</strong> ilustram o que eu disse.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Kanarinho Kid nº 1 (ouça)</title>
		<link>http://thechancemusic.com/kanarinho-ki.html</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 00:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kanarinho Kid]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[The Chance Music Project]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando terminamos as gravações de Unpop, ainda no período em que aguardávamos os CDs da fábrica, eu me reuni com Wayner Nunes para ordenarmos, sob a forma de guias, algumas músicas antigas e criar outras novas. O material reunido e &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/kanarinho-ki.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando terminamos as gravações de Unpop, ainda no período em que aguardávamos os CDs da fábrica, eu me reuni com Wayner Nunes para ordenarmos, sob a forma de guias, algumas músicas antigas e criar outras novas. O material reunido e criado oscilou entre variações que poderiam muito bem ainda fazer parte do repertório de Unpop e alguns registros mais populares que resultaram nas guias para as músicas Marcha Estradeira e Melô do Careca. Parecia bem isso: seria um Unpop II com uma participação especial de um intérprete masculino. No entanto, nesse período, tive um sonho que, até aqui, posso dizer que foi o sonho mais acabado de uma letra de música que jamais tive (Levo, em média, dois meses para finalizar uma letra e, em geral, a criação é um processo bastante consciente). Acordei com os sopros do refrão de uma música: “Hasta la vista, baby. Hasta la vista.” Levantei da cama e anotei o refrão em uma agenda junto à cabeceira. Ao iniciar a anotação, dei-me conta de que era mais do que um refrão. Havia, digamos, um momento existencial e dramático que servia de enredo para o refrão. E a lembrança de uma angústia que me tocava ainda. Anotei tudo que me veio à mente, sem pensar muito em sistematizar e ordenar, em versos, as palavras que me eram sopradas ainda pelo meu inconsciente. Na manhã seguinte, anotei o texto no computador. Vi que estava completo, consideravelmente metrificado. No mesmo dia, à tarde, tínhamos uma sessão de gravação no estúdio. Mostrei a letra para Wayner Nunes, que a leu, pegou o violão e me disse: “Puxa, Hingo, eu sempre quis fazer um bolero”. E fez. Não digo que é a música que sonhei, porque isso eu sequer seria capaz de avaliar, mas é a música que me tranquilizou e, por isso julguei, pelos caminhos obscuros que me guiaram a essa letra, que era essa mesma a música que devia ter sido feita.</p>
<p style="text-align: justify;">Um nome, duas palavras para isso tudo (para o nosso segundo Cd que, como me disse depois Wayner Nunes, “nasceu pronto”): KANARINHO KID.</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4FfrIuEJGV0?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/4FfrIuEJGV0?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">HASTA LA VISTA, BABY</p>
<p>Os espinhos das rosas<br />
Ferem meus braços<br />
Mas eu não vou chorar<br />
Por essa rua toda arrumada<br />
Por onde eu passo</p>
<p>Eu fui hoje na loja<br />
Da tua irmã mais velha<br />
E disse pra ela<br />
Que era boa pessoa<br />
Ao contrário de você</p>
<p>hasta la vista, baby<br />
hasta la vista.<br />
hasta la vista, baby<br />
hasta la vista.</p>
<p>Eu disse como revelação<br />
Que sei onde agora<br />
Você está toda desarrumada<br />
Sobre um colchão</p>
<p>Eu estou indo embora<br />
Não quero transformar<br />
Essa rua limpa de classe média<br />
Em um cenário de tragédia</p>
<p>hasta la vista, baby<br />
hasta la vista.<br />
hasta la vista, baby<br />
hasta la vista.</p>
<p>Sozinho pela rua<br />
Não sei pra onde eu vou<br />
Só sei que não é pra onde<br />
Você deve estar ainda nua</p>
<p>Hasta la vista, baby<br />
Se eu ficar aqui eu sei que<br />
Não vou suportar o cheiro<br />
De banho tomado às pressas,<br />
O perfume de tua traição</p>
<p>hasta la vista, baby<br />
hasta la vista.<br />
hasta la vista, baby<br />
hasta la vista.       BIS</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>a volta de Michelle Neves</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 12:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenhos]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Neves]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa semana, vivemos todos um dia especial: a dia da volta de Michelle Neves ao Studio Brothers e ao coração do projeto The Chance. Algumas coisas o prenunciavam: não mais as frases metafísicas e às vezes à beira do barroco &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/a-volta-de-michelle-neves.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/10/caricatura-da-Michelle-copy.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-479" title="caricatura da Michelle copy" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/10/caricatura-da-Michelle-copy-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Nessa semana, vivemos todos um dia especial: a dia da volta de Michelle Neves ao Studio Brothers e ao coração do projeto The Chance. Algumas coisas o prenunciavam: não mais as frases metafísicas e às vezes à beira do barroco do vazio, mas um e-mail longo e prático falando em recomeço. Eu mesmo a esperei no terminal, mas juro que não a vi descer de ônibus algum. Ainda não descartei que ela tenha chegado mesmo de disco voador, bixo. Mas deixo pra lá. Raul Seixas e Arnaldo Baptista que nos esclareçam esse ponto. Pra variar mesmo, chegou quinze minutos adiantada. No caminho para o estúdio, que fica na zona zul de Capotes, conversei brevemente sobre o tempo em que estivera ausente das gravações. Por um hábito execrável que tenho, de ser uma péssima testemunha para os assuntos das intimidades, eu não me interessei ou não prestei muita atenção ao que me narrou entre os solavancos do ônibus e da voz. Depois, pensando sobre o que ouvi, pareceu-me tudo muito inverossímil e achei que alguma coisa devia ter respingado da mostarda dos passageiros ao lado que se deliciavam com um xis mais refri.</p>
<p style="text-align: justify;">No estúdio, Wayner Nunes nos aguardava com sua costumeira cordialidade. O que tínhamos pela frente era o take de voz para uma música inédita, guardada entre os meus tesouros há mais de dez anos, até que uma pessoa, ainda que jovem, mas amadurecida pelos sofrimentos da vida, a cantasse de um modo que justificasse que se dissesse dela que “voltou”. Piedade.</p>
<p style="text-align: justify;">“Piedade”, com Michelle Neves e em versão acústica, estará no nosso próximo Cd, já em fase de mixagem. Nossa princesa faz uma memorável participação especial. A maioria das músicas foram interpretadas por um intérprete masculino, do qual se falará aqui mais adiante. Somaram-se à nossa banda o acordeonista Alexandre Ramos e o batera Alexandre Becker. Valeu. hw</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/10/michelle-site-3-final.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-480" title="michelle site 3 final" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/10/michelle-site-3-final-300x284.jpg" alt="" width="300" height="284" /></a></p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>a primeira banda (ouça)</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 22:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras - all Lyrics]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[The Chance Music Project]]></category>

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		<description><![CDATA[Futebol ao vivo em estúdio A Chance ao vivo em estúdio Já falei aqui de Ronald Augusto, de como, em dezembro de 2008, procurei-o para lhe apresentar Michelle Neves, e de como foi composta a guia da música engraçado (em &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/a-primeira-banda.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/09/Futebol-ao-vivo-em-estúdio1.mp3">Futebol ao vivo em estúdio</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/09/03-Faixa-3-a-chance-aovivo-em-estúdio-mp3.mp3">A Chance ao vivo em estúdio</a></p>
<p style="text-align: justify;">Já falei aqui de Ronald Augusto, de como, em dezembro de 2008, procurei-o para lhe apresentar Michelle Neves, e de como foi composta a guia da música <strong>engraçado</strong> (em “<a href="http://thechancemusic.com/como-iniciou-o-projeto-the-chance.html">como iniciou o projeto</a>”). Na minha narrativa dos fatos, ficou, todavia, uma lacuna importante. Pela dificuldade em reunir a banda naquele final de ano e tomado por certa urgência em levar Michelle Neves pro estúdio de gravação, quis fazer então um projeto mais modesto, que pretendia ser uma versão acústica de <strong>the chance</strong>, música com a qual Michelle também simpatizara. Em março, no entanto, com o retorno dos músicos de suas viagens de férias, procurei novamente Ronald Augusto e lhe propus retomarmos a gravação em estúdio de duas músicas do show <strong>impop</strong>, de 1999. Na ocasião, eu não tinha ideia de que iria além nas gravações, que agora espero que cheguem a algumas dezenas de músicas. Gravaríamos duas músicas, para aproveitar melhor a banda e os horários de estúdio. Minha escolha principal recaiu sobre <strong><span style="color: #993366;">Futebol</span></strong>, um sucesso do show impop, e <strong><span style="color: #993366;">A Chance</span></strong>, música que sempre teve um parecer favorável de Leandro Theisen. Foram feitos dois ensaios e, no final do segundo, gravados os takes que aqui publico para a curtição de nossos leitores e ouvintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Não me canso de escutar essas duas músicas ao vivo em estúdio (Por que ao vivo? Senão por outra razão, porque eu estava dentro do estúdio, como plateia, durante a gravação. Mas juro que não cantei nem toquei).</p>
<p style="text-align: justify;">A dinâmica, a concisão e a beleza das músicas me parecem nascer justamente do fato de todos estarem tocando juntos, ao mesmo tempo (e não cada um gravando a sua trilha, isoladamente): Ronald Augusto (que também canta), César Audi, Robson Serafini e Rogério Gil. Como produtor do trabalho, espero ainda poder publicá-lo em um cd de áudio e como parte importante do <strong>Projeto A Chance</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como lembrança de tudo, de tantas empreitadas ao lado de Ronald Augusto, publico nossa primeira e talvez mais significativa imagem juntos, captada pelas lentes de Jô Vigiano. Legenda: “eu e ronald”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/09/RONALDINGO.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-414" title="ronald augusto e hingo weber" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/09/RONALDINGO-236x300.jpg" alt="" width="236" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>o signo de Michelle Neves</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 12:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Michelle Neves]]></category>
		<category><![CDATA[posts de Michelle Neves]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedi, quando terminamos o cd Unpop, que cada um escrevesse algumas linhas sobre Michelle Neves, inclusive ela mesma. Eu, Wayner Nunes e Gentil Saraiva, que convivemos mais “longamente” com ela, escrevemos, cada um, um parágrafo. Dela mesma só recebi a &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/afinal-quem-e-michelle-neves.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pedi, quando terminamos o cd <span style="color: #ff99cc;"><strong><span style="color: #ff99cc;">Unpop</span></strong></span>, que cada um escrevesse algumas linhas sobre Michelle Neves, inclusive ela mesma. Eu, Wayner Nunes e Gentil Saraiva, que convivemos mais “longamente” com ela, escrevemos, cada um, um parágrafo. Dela mesma só recebi a seguinte linha: “Que difícil é descrever Michelle Neves; ainda não sei fazer isso!”. Não é possível depreender, pelo tom em suspenso da frase, que ela ainda vá fazer isso, pelo menos imediatamente. O que eu entendi é que ela não tomou a pergunta levianamente, muito menos entendeu que alguns dados biográficos ou curiosidades seriam o bastante. Se cada um de nós propusesse a pergunta a si mesmo, talvez pudesse entender o peso existencial que Michelle conferiu à pergunta, e então a veríamos (e a nós mesmos também) como um Hamlet diante do espelho ou diante de sua irmã gêmea. Não quero, com isso, estabelecer um paralelo analítico com o personagem de Shakespeare, a não ser pelo princípio de tudo: que Michelle realmente tratou a pergunta como pergunta, como “question” ou questão, e de que esse é igualmente o modo pelo qual a sua arte se exterioriza, mas tomada pelo inverso e resolutivo “ser” da frase: o difícil que se sabe fazer ou, &#8220;pelo menos&#8221;, enfrentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Setembro é o mês do aniversário da virginiana Michelle Neves. Parabéns, Michelle. &#8220;Beatitude!&#8221;, como diria Descartes, que é aquela felicidade que depende inteiramente de nós mesmos. Parabéns de toda a equipe: direção, produção, banda, carregador de palavras. Happy birthday, princess. We&#8217;re gonna have a good time.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/09/espelho-michelle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-390" title="Michelle Neves" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/09/espelho-michelle.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a></p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>comentário ao último e-mail de Michelle Neves</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 00:51:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Michelle Neves]]></category>
		<category><![CDATA[posts de Michelle Neves]]></category>

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		<description><![CDATA[Releio, duas semanas depois, um dos raros e-mails que tenho recebido de Michelle Neves. Não vou fazer qualquer dedução do que ela escreveu, até porque já fiz algumas deduções falsas que me obrigaram a apresentar minhas apologias a ela. No &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/comentario-ao-ultimo-e-mail-de-michelle-neves.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Releio, duas semanas depois, um dos raros e-mails que tenho recebido de Michelle Neves. Não vou fazer qualquer dedução do que ela escreveu, até porque já fiz algumas deduções falsas que me obrigaram a apresentar minhas apologias a ela. No entanto, preciso dizer alguma coisa, pelo menos do que está à flor do texto. Todos me perguntam. E a Michelle? Bem, pelo tom grave do texto e pela ausência de adjetivações, lhes respondo que ela está envolvida em uma luta de adaptação a uma nova ordem de vida, a uma mudança do mundo da qual ela talvez não me pareça a maior responsável. Aliás, o mundo é assim mesmo: ele varia, para o nosso bem ou para o nosso mal, contrariando as nossas melhores aptidões para o mundo em que até então vivíamos. Às vezes nem percebemos, cegados por uma visão errada das dificuldades, que tal arranjo do mundo era a fonte da nossa felicidade porque permitia, pela superação da resistência, que o nosso modo de vida pudesse florescer e frutificar, para falar como <strong><span style="color: #ff0000;">Goethe</span></strong>. Mas Michelle Neves não fala em resistência, fala em adaptação. Não parece acreditar que o mundo a vencerá, que o mundo seria maior que seus meios de princesa. Ela afirma que está se adaptando a tudo, mostrando uma capacidade rara, mesmo entre os grandes, de adaptar-se e buscar a felicidade também nas novas circunstâncias de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a nós, que tivemos o privilégio de trabalhar com ela na criação do Cd <strong><span style="color: #ff0000;">Unpop</span></strong>, couberam algumas palavras: “Também sou observadora do site. Vi um desenho lá&#8230;”. Essas frases, pelo que não dizem, nos permitem ver o rosto de Michelle Neves. Digo a todos que ela está conosco e que o desenho a alegrou lembrando-lhe, quem sabe, um tempo em que ela era só princesa e não precisava se preocupar em governar as vidas.  Suas palavras finais “Até logo, espero que seja logo mesmo”, exprimem, pela repetição do “logo”, um desejo, uma vontade, e, ao mesmo tempo, dimensionam e agravam a grandeza dos desafios e das diferenças com as quais agora é preciso lidar. Hingo Weber.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Michelle Neves is amazing</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 18:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Michelle Neves]]></category>

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		<description><![CDATA[What I feel when I listen to Michelle Neves singing the songs of Unpop could easily be described as ineffable. It is a kind of sensation that is only aroused in me by very few singers, like Lenine and Brian Wilson, &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/michelle-neves-is-amazing.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">What I feel when I listen to <strong>Michelle Neves</strong> singing the songs of <strong><span style="color: #ff0000;">Unpop</span></strong> could easily be described as ineffable. It is a kind of sensation that is only aroused in me by very few singers, like Lenine and Brian Wilson, or Elza Soares and Clara Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">However, there is something more: there is a sense of calm, inner peace, and happiness, especially suggested by the tone of songs like <strong>Invisible Presence, Piety/Pietá, The humans </strong>and <strong>On the edge of love. </strong>These songs sound like prayers to me, not only the lyrics, but also the singing. Even <strong>On the edge of love</strong>, which has a strong rock rhythm, has got this modulation, particularly the refrain.</p>
<p style="text-align: justify;">I think this atmosphere of <strong><span style="color: #ff0000;">Unpop</span></strong> is due to the perfect combination of lyrics, music and singing, which is rare to attain. <strong><span style="color: #ff0000;">Unpop</span></strong> is truly unmissable!</p>
<p style="text-align: justify;">Gentil Saraiva.</p>
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		<title>Michelle Neves faz contato</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 15:04:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[desenhos]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Neves]]></category>
		<category><![CDATA[posts de Michelle Neves]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um bom tempo sem notícias, recebemos a opinião de Michelle Neves sobre a proposta de fazer um videoclipe para a música Pietà. A discussão era se devíamos fazer um filme, com imagens em movimento, ou fazer um roteiro &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/michelle-neves-faz-contato.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/michele-2.jpg"><img class="size-full wp-image-332 alignleft" title="desenho de Rogério de Almeida" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/michele-2.jpg" alt="" width="282" height="304" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um bom tempo sem notícias, recebemos a opinião de Michelle Neves sobre a proposta de fazer um videoclipe para a música <strong><span style="color: #ff0000;">Pietà</span></strong>. A discussão era se devíamos fazer um filme, com imagens em movimento, ou fazer um roteiro fotográfico com imagens cor sépia. Rogério Almeida, nosso desenhista, imaginou-a bem agasalhada nesses dias de frio, por isso a desenhou encasacada, mas com um casaco de pele artificial, porque a nossa princesa não aprova o uso de peles de animais, ainda que criados em cativeiro, para a confecção de roupas, nem aprova, pelo que ouvimos dizer, que os tripulantes da nave não reciclem o lixo seco que produzem.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Eu realmente acho mais bonita uma foto em que olho para frente e como se estivesse encarando  a pessoa para quem canto Pietà e digo as coisas referidas na letra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">A foto parada é ideal para a apreciação da letra também, para não haver muita distração.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">É isso, mas existem muitos pontos de vista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Michelle Neves.</span></p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>O dia em que Michelle Neves chorou</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Michelle Neves]]></category>

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		<description><![CDATA[Não quero falar do óbvio sobre as lágrimas de uma mulher que, presumo, não seja uma exceção. No entanto, durante todo o tempo em que construímos as músicas do CD Unpop, nossa vida comum se restringiu a uma secura dessa &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/o-dia-em-que-michelle-neves-chorou.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não quero falar do óbvio sobre as lágrimas de uma mulher que, presumo, não seja uma exceção. No entanto, durante todo o tempo em que construímos as músicas do CD <span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #ff0000;">Unpop</span></strong></span>, nossa vida comum se restringiu a uma secura dessa região do olho. Trabalhamos com objetividade e com alegria, vibrando a cada conquista e a cada bom resultado, a cada take de voz que era motivo de satisfação. Um pouco mais de um ano após termos iniciadas as gravações conjuntas, estávamos os três, eu, Wayner Nunes e Michelle Neves fazendo a masterização final das músicas no Studio Brothers. Passávamos uma a uma, avaliando cada elemento e seguindo adiante quando tínhamos o consentimento de todos. Tivesse algum reparo, algum volume, alguma coisinha qualquer a ser corrigida, aquele era o momento. Depois, teríamos que ser honestos e dizer que aquilo que fora publicado era o nosso melhor dos mundos possíveis, sobretudo do ponto de vista dos nossos esforços em termos do melhor de cada um de nós. Quando demos o nosso ok para a música <strong><span style="color: #ff0000;">Pietà</span></strong>, a sétima faixa, Michelle Neves desabou em choro e lágrimas. Nunca a tinha a visto assim. Wayner, quando a viu chorando (porque eu lhe havia dito que a nossa princesa estava em lágrimas), consolou-a, fraternalmente, tal como em outras ocasiões fizera para tranquilizá-la ou descontraí-la para que pudesse se concentrar nas gravações.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu, no entanto, logo comecei a ver uma beleza literária e trágica naquele acontecimento. Não pensei, talvez como algum leitor possa ter pensado, que as lágrimas de Michelle Neves teriam algo a ver com a própria música, embora até pudessem ter, mas então também seria na mesma medida para todos aqueles que se vissem representados no drama que a música descreve e desperta. Não, não era assim que eu via o acontecimento. Não. Shakespearianamente, via aquilo como um clímax, uma cena derradeira do quinto e último ato de uma peça que eu, Wayner Nunes, os Músicos, os Compositores, os Assessores para o inglês e o italiano, tendo Michelle Neves como protagonista inequívoca, o fio da meada de tudo e de todos nós, encenamos longe dos palcos e que ali se consubstanciava em um tipo de música. “Então era um adeus?”, alguém poderia perguntar. Pois que continue perguntando, como eu. Hingo Weber.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>desenho de Rogério de Almeida</title>
		<link>http://thechancemusic.com/309.html</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 00:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenhos]]></category>

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		<description><![CDATA[A chance, na visão de Don Quixote de la Mancha. Desenho de Rogério de Almeida a partir de roteiro de Hingo Weber. A imagem faz parte das animações para o clipe de l&#8217;oportunidad, publicado no YouTube.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/Gigante001-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-359" title="desenho de Rogério de Almeida" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/Gigante001-2-1024x689.jpg" alt="" width="640" height="430" /></a></p>
<p>A chance, na visão de Don Quixote de la Mancha. <a href="http://www.rogeriodealmeida.blogspot.com/">Desenho de Rogério de Almeida</a> a partir de roteiro de Hingo Weber. A imagem faz parte das animações para o clipe de <strong>l&#8217;oportunidad</strong>, publicado no YouTube.</p>
<p><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/QyTflvNqbEU?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Da assessoria para o inglês</title>
		<link>http://thechancemusic.com/da-assessoria-para-o-ingles.html</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 23:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[inglês]]></category>

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		<description><![CDATA[Gentil uomo Perguntei para Wayner Nunes, depois de algumas sessões de meticulosa pronúncia para a construção das nossas guias para as músicas em inglês, o que tinha achado do nosso assessor Gentil Saraiva. Wayner me disse que “Gentil &#8216;transpirava&#8217; caráter”. &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/da-assessoria-para-o-ingles.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">Gentil uomo</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/gentil-uomo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-297" title="Gentil Saraiva" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/gentil-uomo-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/gentil-uomo.jpg"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;">Perguntei para Wayner Nunes, depois de algumas sessões de meticulosa pronúncia para a construção das nossas guias para as músicas em inglês, o que tinha achado do nosso assessor Gentil Saraiva. Wayner me disse que “Gentil &#8216;transpirava&#8217; caráter”. Entendi que nosso diretor queria dizer que Gentil era uma pessoa de bom caráter, o que era provado pelas suas ações, pelo seu rigor como professor e pelo seu desejo de que a lição fosse aprendida da melhor maneira possível. Sua meta, de falar e escrever em inglês como um “falante nativo”, foi perseguida com muito suor de todos, não obstante eu reconheça que o professor possa ter-se batido e debatido com alguma limitação de nossa parte. Mas também em relação a isso encontramos uma postura interessante e inteligente de Gentil que, como estudioso de poesia, entende que a palavra aqui tem uma sonoridade ou um acento determinado pela própria construção da melodia e do arranjo da música, puxando a pronúncia um pouco para cá ou para lá. Mesmo na intersecção das palavras com o arranjo a sonoridade da palavra muda.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso que se diga, ainda que em grande parte o acompanhamento vocal tenha sido feito até o final, até o sim ou não do mestre, em relação a uma música prevaleceu a palavra do diretor: <strong><span style="color: #0000ff;">Invisible Presence</span></strong>. É que o take definitivo havia sido feito em um final de sessão de gravação da banda, em que havia sobrado uma meia horinha em que Michelle Neves resolvera ensaiar um pouco. No entanto, o take daquele dia, que foi a segunda tentativa, ficou tão bom, tão natural, que Wayner Nunes me disse que seria uma pena descartá-lo ou fazer topicamente, em outro dia, correções eventuais de pronúncia. Entendi que ali era preciso fazer valer a palavra do diretor. Comentei o fato com Gentil, para saber a sua opinião. “Isso, Hingo, vai fazer parte do folclore do projeto. Vou alegar que fui amordaçado”. E rimos. Wayner Nunes ainda jura que essa é a melhor música do cd <strong><span style="color: #ff0000;">Unpop</span></strong> e que essa é a melhor interpretação de Michelle Neves. Porque interpretar não é cantar afinado, mas cantar com emoção, a uma temperatura, umidade e pressão existenciais adequadas e raras de serem encontradas. Hingo Weber.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como iniciou o Projeto?  (ouça)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 00:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Michelle Neves]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[The Chance Music Project]]></category>
		<category><![CDATA[engraçado]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse ainda não é bem o começo, mas situa-se perto dele. Pensando bem, o começo disso tudo teria sido dez anos antes (1998), quando eu e Ronald Augusto fizemos as músicas que seriam reunidas no Cd “Os humanos”. Pois dez &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/como-iniciou-o-projeto-the-chance.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse ainda não é bem o começo, mas situa-se perto dele. Pensando bem, o começo disso tudo teria sido dez anos antes (1998), quando eu e Ronald Augusto fizemos as músicas que seriam reunidas no Cd “Os humanos”. Pois dez anos depois, no mesmo mês de dezembro em que o trabalho havia sido finalizado, encontrei-me com Ronald em uma de suas oficinas de poesia para, ao final, apresentar-lhe Michelle Neves, uma nova cantora que se interessara por uma de nossas músicas, <strong>Engraçado</strong>. No final do encontro de poesia, ela então fez uma capela, interrompida uma ou outra vez (não estava habituada, presumi, a cantar sozinha). No final da apresentação, Ronald me olhou e sugeriu que poderíamos gravar uma nova versão para a música (a primeira, cantada pelo próprio Ronald, está no Cd acima mencionado). Em seguida, marcamos um encontro na casa de Rogério Gil, que tem um pequeno estúdio de gravação, para registrarmos o projeto em uma espécie de música-guia, com batera de japa. No dia, caiu um temporal infernal, um aguaceiro dos trópicos digno da hileia hilariante de Euclides da Cunha. “E a Michelle?”, perguntou-me Rogério quando o atraso ficou notório. Bem, disse-lhe que eu tinha passado o endereço para ela e o número do celular. O atraso explicava-se pela chuva. Era preciso aguardar, comer alguns biscoitinhos enquanto isso. Uma hora e meia depois veio, enfim, o telefonema. Era ela dizendo que estava defronte a um shopping que desconhecia, debaixo d’água, com um <span style="color: #0000ff;"><strong>guarda-chuva</strong></span> colorido. Acompanhei Rogério em seu carro. Dadas as circunstâncias, considerei o feito uma verdadeira operação de salvamento. Foi o nosso dia de bombeiro. Ainda no carro, a caminho do “estúdio”, ela nos explicou o que acontecera. A chuva, como se pôde ver, foi apenas uma pequena parte disso tudo. Ela, de fato, estivera perto do endereço combinado, uma vez que encontrara a rua. “Mas o que te impediu de seguir até a casa do Rogério?”. O problema, como nos explicou, é que ela anotara o endereço em dois pedaços de papel e perdera a parte com o número da casa. Por isso, por algum tempo, teria sido vista, na esquina da rua em questão, perguntando para alguns transeuntes apressados se não sabiam de alguma casa na rua interminável onde teria um ensaio de música. Depois, dadas as negativas e a chuva que descia em torrentes, decidira ir até uma lan house e acessar seus e-mails onde encontrou o telefone meu e, assim, nos contatou. Ainda tremendo e enquanto tomava um chá que Rogério lhe preparou, dizia “Eu não podia faltar. Eu tinha prometido que viria!”. Nesse encontro saiu a guia para a nova versão de Engraçado, que, ao fim, não entrou no CD <span style="color: #0000ff;"><strong>Unpop</strong></span>, mas está em nossos planos de gravação. Ouçam, abaixo, o protótipo alinhado em uma noite turbulenta em um bairro plano da cidade de Capotes, como a chamou Camus.</p>
<p style="text-align: justify;">Como conclusão: não sei se as músicas que fizemos ou fazemos farão história, mas já nos renderam boas (no sentido moral) histórias de vida. E isso, no começo, meio e no fim da vida, é o que conta. Quanto a Michelle Neves, que até então não se chamava assim, compreendi que poderia confiar nela. Quem grava e produz nas circunstâncias em que nós gravamos e produzimos, está sujeito a toda sorte ou azar de intempéries. Por trás de uma pequena desorganização pessoal e de uma grande revolução das orbes celestes, havia uma têmpera capaz de resistir heroicamente a tantas mazelas, dificuldades de toda ordem, inclusive aquelas criadas dentro da equipe, uma ou outra em relação à qual eu mesmo me penitencio. Hingo Weber.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/engraçado-michelle.mp3">Engraçado</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/GChuva-1-Dir.-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-290" title="imagem de Jô Vigiano" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/08/GChuva-1-Dir.-1-300x256.jpg" alt="" width="300" height="256" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">GChuva &#8211; imagem de Jô Vigiano</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>arte e sentido da vida</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 22:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[direção]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem grava com o Wayner quer sempre gravar com o Wayner. Essa é uma máxima dos frequentadores e usuários do estúdio do nosso diretor musical. Eu, que cheguei no início do 2009, tive o meu trabalho de gravação aos cuidados &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/minha-visao-de-wayner-nunes.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/wayner-e-hingo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-260" title="wayner nunes e hingo weber" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/wayner-e-hingo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Quem grava com o Wayner quer sempre gravar com o Wayner. Essa é uma máxima dos frequentadores e usuários do estúdio do nosso diretor musical. Eu, que cheguei no início do 2009, tive o meu trabalho de gravação aos cuidados de um funcionário, na ocasião, do estúdio. <strong><span style="color: #0000ff;">Wayner Nunes</span></strong> era uma ou outra vez solicitado para dirimir alguma dúvida, resolver algum problema mais complexo da gravação. O resto do tempo, que eu me lembre, subia e descia uma escada correndo atrás de outros compromissos profissionais. No entanto, como fiquei sabendo depois, Wayner observava com interesse o que fazíamos, mas sem se intrometer porque, naquela circunstância, essa não era a sua competência. Todos éramos clientes igualmente e era preciso respeitar a hierarquia ou as atribuições de cada um. Somente quando comecei a gravar com ele, por sorte minha, é que comecei a ver, na prática, a sua eficiência e sua capacidade de resolver problemas e desafios em espaço reduzido de tempo. Por isso, o cognominei de &#8220;Romário dos estúdios&#8221;, título que ele, como sorridente amante do bom futebol, não recusou. É claro que para saber se é verdadeiro o que digo, musicalmente falando, é preciso escutar o CD <strong><span style="color: #0000ff;">Unpop</span></strong>, no qual lhe coube, além de algumas parcerias em composições, a responsabilidade da <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #0000ff;">direção</span></strong></span> e dos <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #0000ff;">arranjos</span></strong></span>.</p>
<p style="text-align: left;">Na foto acima, estou, em segundo plano, ao lado de Wayner Nunes em uma de nossas tantas sessões de criação de novas músicas, gravação de guias e mixagem de músicas. Sartre, no final de <em>A Náusea</em>, imagina um lugar existencial, precioso e meio lendário, em que se teria dada a criação do jazz “Some of these days”. Não quero aqui, nesse paralelo que me vem à mente, parecer nem ser presunçoso musicalmente falando. Nem de outra forma. Mas é isso: um lugar em que se cria, em que a arte nasce e toma forma, tem um significado para o nosso vir-a-ser e, se entendi Sartre nesse ponto, se a obra de arte nasce, quase inumana ou mineral em um lugar como esse ou até menos formal, então a lembrança desse passado próximo ou remoto em que a criação aconteceu atenua, como um sorriso atenua uma linha de expressão, a insignificância da existência humana.</p>
<p style="text-align: left;">Vocês vão encontrar, no YouTube, &#8220;Some of these days&#8221; em muitas versões e interpretações. hw</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/caricatura-do-hingo-e-do-wainer.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-617" title="caricatura de wayner nunes e hingo weber por rogério de almeida" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/caricatura-do-hingo-e-do-wainer-216x300.jpg" alt="" width="216" height="300" /></a></p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>As músicas compostas por Michelle Neves</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 21:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[composições de Michelle Neves]]></category>
		<category><![CDATA[the humans]]></category>

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		<description><![CDATA[o nascimento de The Humans. Michelle Neves compôs a melodia de duas músicas do Cd Unpop: &#8220;the humans&#8221; e &#8220;on the edge of love&#8221;, um pico do rock’n’roll e que está publicada na primeira página do nosso site. Falarei aqui, brevemente, &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/as-musicas-compostas-por-michelle-neves.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/Miss-Michelle-Neves.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-239" title="Miss Michelle Neves" src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/Miss-Michelle-Neves-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">o nascimento de The Humans. </span></p>
<p style="text-align: justify;">Michelle Neves compôs a melodia de duas músicas do Cd <strong><span style="color: #0000ff;">Unpop</span></strong>: &#8220;the humans&#8221; e &#8220;on the edge of love&#8221;, um pico do rock’n’roll e que está publicada na primeira página do nosso site. Falarei aqui, brevemente, do processo de uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu havia passado para ela a letra de &#8220;t<span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">he humans&#8221;</span></span> para que estudasse e avaliasse a sua versão para o inglês com uma melodia que já havia sido criada. Ela, no entanto, criou, nos interiores por onde habitou naqueles dias, uma nova música para a letra e manteve a sua criação às escondidas da produção e do diretor. Eu, no entanto, suspeitei (e disse isso para Wayner Nunes várias vezes), que Michelle estava ruminando artisticamente alguma coisa a partir daquela letra. Quando levei, para exame, a guia que havia sido criada no estúdio, ela escutou, contrariando a sua postura usual, apenas o início e me disse que a música não era assim, rejeitando-a. Naquela semana, enviou-nos, enfim, um e-mail, dizendo ou cantando como as coisas deviam se passar para aquela letra.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao fundo de sua capela, ouvem-se gritos de crianças e cantos de passarinhos, o que nos leva a inferir que Michelle Neves exteriorizou a música em algum lugar paradisíaco. Depois, com o violão e o arranjo de Wayner Nunes, ficou provado que o lugar existencial de &#8220;t<span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">he humans&#8221;</span></span> era mesmo o coração de Michelle Neves. A música definitiva só no Cd <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #0000ff;">Unpop</span></strong></span>. No entanto, publicarei, aqui e em breve, o “rascunho” que deu origem a tudo. Um bom esboço é mais do que meio caminho para uma boa música. Hingo Weber.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>a saga da música The Chance</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 17:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[the chance]]></category>

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		<description><![CDATA[Hingo Weber fala aqui sobre o processo de produção e gravação da música The Chance A gravação de The Chance foi a mais demorada e a mais importante. A mais importante porque ela serviu de standard para as demais e &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/a-saga-da-musica-the-chance.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/HW-em-estúdio-abril-09-002.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-232" title="Hingo Weber; proibida a reprodução da imagem sem autorização." src="http://thechancemusic.com/wp-content/uploads/2010/07/HW-em-estúdio-abril-09-002-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Hingo Weber fala aqui sobre o processo de produção e gravação da música <span style="color: #000000;">The Chance</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A gravação de <span style="color: #0000ff;"><strong>The Chance</strong></span> foi a mais demorada e a mais importante. A mais importante porque ela serviu de standard para as demais e seguintes gravações. A demora esteve relacionada a todo um aprendizado a duras penas que seria necessário para a nossa maturidade na concepção da música.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, tínhamos uma versão acústica, com voz e violão, que depois foi implementada com arranjos artificiais. O resultado: uma ótima interpretação e um arranjo que ficara devendo. Resolvi, então, retomar a gravação em estúdio e formamos uma banda para gravar, especificamente, a música. No entanto, no dia em que começamos os ensaios de voz, viu-se que o arranjo precisava ainda de um “extra” para os recursos de Michelle Neves, sobretudo do meio para o final da música. Mais dois músicos entraram, então, para compor e preencher o que estava faltando, para que tivéssemos também um arranjo ao feitio da voz de Michelle Neves. Nesse processo foi-se meio ano. No entanto, não me queixo porque The Chance foi nossa guia preciosa para as realizações seguintes. Tínhamos definido um padrão de composição e aprendido que devíamos compor para Michelle Neves e que não poderíamos prescindir de uma banda competente, que conferiu uma identidade sonora a todas e entre todas as músicas.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>cante A Chance e ganhe uma chance</title>
		<link>http://thechancemusic.com/cante-a-chance-e-ganhe-uma-chance.html</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 23:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[novos talentos]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[The Chance Music Project]]></category>
		<category><![CDATA[thechancemg@gmail.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Post em manutenção: em breve, será lançado o segundo cd de Michelle Neves, &#8220;a chance: as trilhas perdidas&#8221;, juntamente com alguns clipes de músicas. Até lá. Sing The Chance and find a chance. Se você tem um timbre de voz &#8230; <a href="http://thechancemusic.com/cante-a-chance-e-ganhe-uma-chance.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Post em manutenção: em breve, será lançado o segundo cd de Michelle Neves, &#8220;a chance: as trilhas perdidas&#8221;, juntamente com alguns clipes de músicas. Até lá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sing <em>The Chance</em> and find a chance.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem um timbre de voz bonito, afinação e boa sustentação de notas, grave uma capela (só a voz) de um trecho de qualquer uma de nossas músicas disponíveis no site e envie o registro em mp3 ou mp4 para o e-mail da produção. <a href="mailto:thechancemg@gmail.com">thechancemg@gmail.com</a> Nosso diretor musical, Wayner Nunes, escolherá  e comentará os melhores takes, que serão publicados aqui mesmo. Depois, veremos.</p>
<p>Cante a música do seu jeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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